Direto do túnel do tempo (117)

560793_185189278326639_1086931264_nRIO DE JANEIRO – Reta oposta de Monza antes da tomada da Curva Parabólica, para os 1000 km disputados em 1970 como quarta etapa do World Sportscar Championship, Trofeo Filippo Caracciolo. Grid com 38 carros, entre eles o Porsche #10, bem em primeiro plano, guiado por Vic Elford/Kurt Ahrens Jr. para o Team Salzburg; a Ferrari 512 S #3 de Ignazio Giunti/Nino Vaccarella/Chris Amon; o Gulf Porsche #7 da equipe de John Wyer para Pedro Rodriguez/Leo Kinnunen; outra Ferrari, a #2 de  Peter Schetty/John Surtees; o Porsche #9 de Hans Herrmann/Dick Attwood, o #14 de Jürgen Neuhaus/Helmut Kelleners e aí vai.

A vitória foi de Rodriguez/Kinnunen, aliás e a propósito. Média espetacular de 232,649 km/h – num tempo em que Monza não tinha chicanes.

Há 43 anos, direto do túnel do tempo.

 

 

Anúncios

6h de São Paulo – equipes LMGTE-AM: 8Star Motorsports

RIO DE JANEIRO – Vamos a mais uma escuderia que participará das 6h de São Paulo aqui no blog: a 8Star Motorsports, fundada este ano e que se divide entre a Rolex Sports Car Series e o WEC.

8Star Motorsports
Sede: Pompano Beach, Flórida (EUA)
Chefe de equipe: Enzo Potolicchio
Carro: Ferrari F458 Italia GTE
Motor: Ferrari F142 V8 4,5 litros
Potência: + de 550 HP
Pneus: Michelin
Câmbio: Hewland sequencial de 6 marchas
Peso: 1235 kg

Redes sociais:
Facebook: https://www.facebook.com/8StarMotorSports?ref=stream
Twitter: @8starmotor

8star-motorsports-ferrari-458-italia-gtc-aguas-32170

A equipe do venezuelano Enzo Potolicchio, campeão mundial da LMP2 ano passado com a Starworks Motorsports, nasceu da ruptura de relações do sul-americano com Peter Baron. Com sede nas antigas instalações da Champion Racing de Dave Maraj, o time faz sua estreia no WEC com desempenho positivo e uma vitória, nas 6 Horas de Spa. Os habituais ocupantes do carro, que são Potolicchio e o português de origem moçambicana Rui Águas terão o quarto colega de equipe diferente em quatro corridas: o italiano Davide Rigon, que faz sua estreia no WEC.

Vamos aos pilotos:

rui_aguas

Rui Águas
Data de nascimento: 29 de fevereiro de 1972 (41 anos)
Cidade natal: Nampula, Moçambique
Corridas no WEC: 8
Vencedor das 6 Horas de Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
4º colocado no FIA Endurance Trophy, com 48 pontos

Enzi-Potolicchio_NACIMA20130512_0039_6

Enzo Potolicchio
Data de nascimento: 7 de agosto de 1968 (45 anos)
Cidade natal: Caracas
Corridas no WEC: 11
Vencedor das 6 Horas de Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
4º colocado no FIA Endurance Trophy, com 48 pontos

Davide-Rigon1_2827248

Davide Rigon
Data de nascimento: 26 de agosto de 1986 (26 anos)
Cidade natal: Thiene
Estreante no WEC

6h de São Paulo – equipes LMGTE-AM: Proton Competition

RIO DE JANEIRO – Continua a apresentação das equipes que disputarão no dia 1º de setembro as 6 Horas de São Paulo, quarta etapa do Campeonato Mundial de Endurance. A próxima que traremos aqui no blog é a Proton Competition.

Proton Competition
Sede: Ummerdorf, Baden-Württemberg (Alemanha)
Chefe de equipe: Christian Ried
Carro: Porsche 911 (997) GT3 RSR
Motor: Porsche 6 cilindros boxer 4 litros
Potência: + de 500 HP
Pneus: Michelin
Câmbio: Porsche sequencial de 6 marchas
Peso: 1225 kg

Redes sociais
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Team-Felbermayr-Proton/189590571084697
Twitter: não tem

1010760_562611007115983_291962941_n

Fundada em 1996, a Proton Competition disputou inúmeras edições do FIA GT antes de se aventurar na Le Mans Series e posteriormente na Intercontinental Le Mans Cup, que tornou-se o embrião do WEC. Com três títulos de equipes na classe LMGT2, hoje LMGTE, entre 2009 e 2010, o time está em sua segunda temporada no Mundial. Disputam o campeonato com apenas um carro neste ano, com a mesma trinca do ano passado, formada por Gianluca Roda, Paolo Ruberti e o team manager Christian Ried.

M12_0332Christian Ried
Data de nascimento: 24 de fevereiro de 1979 (34 anos)
Cidade natal: Biberach
Corridas no WEC: 11
Quinto nas 6 Horas de Silverstone e Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
8º colocado no FIA Endurance Trophy, com 32 pontos

M11_3655

Gianluca Roda
Data de nascimento: 5 de junho de 1959 (54 anos)
Cidade natal: Como
Corridas no WEC: 11
Quinto nas 6 Horas de Silverstone e Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
8º colocado no FIA Endurance Trophy, com 32 pontos

WEC 2012

Paolo Ruberti
Data de nascimento: 22 de abril de 1975 (38 anos)
Cidade natal: Legnoga
Corridas no WEC: 11
Quinto nas 6 Horas de Silverstone e Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
8º colocado no FIA Endurance Trophy, com 32 pontos

Outsiders: Chris Amon, o azarado

ChrisAmon

RIO DE JANEIRO – Em treze anos de carreira na Fórmula 1, ele jamais conseguiu vencer uma corrida em caráter oficial. A falta de sorte que lhe acompanhou durante tanto tempo foi sua grande marca registrada. Em contrapartida, era um dos mais rápidos e competitivos pilotos de seu tempo. Falo de Chris Amon, que merece a distinção de outsider aqui no blog.

Nascido Christopher Arthur Amon, na cidade neozelandesa de Bulls, em 20 de julho de 1943, conseguiu persuadir seu pai para lhe dar um carro. Assim que completou a idade legal, entrou nas competições automobilísticas. Começou com um Austin A40 Special, em provas menores em seu país e eventos de Subida de Montanha. Trocou seu primeiro carro pelos monopostos, primeiro com um Cooper de 1,5 litro e depois guiou uma velha Maserati 250F. Evidentemente, o jovem piloto chamou a atenção ao guiar o Cooper T51 que fora do compatriota Bruce McLaren. E isto o levou à Fórmula 1. Antes de completar 20 anos, já estava entre as “feras” do automobilismo.

French GP, Reims,  30 June 1963 Chris Amon(7th) Lola Mk4A

Sua estreia foi marcada pela proverbial falta de sorte: com um velho Lola MkIV-A Climax V8, alinhado pela escuderia de Reg Parnell, ele não pôde largar para o GP de Mônaco de 1963 porque Maurice Trintignant, seu experiente companheiro de equipe, teve problemas mecânicos. Como não havia carro reserva, Amon ficou chupando o dedo e não correu.

Em seis corridas que disputou – cinco delas com o velho Lola – Chris conseguiu dois 7ºs lugares na França e Grã-Bretanha. Foi tudo o que pôde fazer e já no GP do México, estreava numa Lotus 24. Na temporada seguinte, em 1964, Amon marcou pontos logo na segunda corrida, o GP da Holanda – isso após não se qualificar para o GP de Mônaco. A Lotus do time de Reg Parnell, com motor BRM, não desenvolvia bem e o piloto enfrentou também uma série de falhas mecânicas que comprometeram seu campeonato. Acabou o Mundial de Pilotos em 16º lugar, com dois pontinhos apenas.

A sorte de Amon pouco mudaria nos dois anos seguintes, de temporadas erráticas para o neozelandês. Em 1965, fez apenas duas aparições na França e Alemanha, abandonando em ambas as oportunidades. Saiu do time de Reg Parnell e fez apenas uma corrida em 1966, no GP da França, com um Cooper. Na Itália, tentou qualificar uma Brabham BT11 inscrita por ele mesmo, mas não se qualificou.

1966 - Bruce McLaren - Chris Amon

Nessa mesma época, o piloto começava a participar ativamente da Can-Am, uma série de protótipos de muita repercussão nos anos 60/70, com ótimos prêmios e que tinha corridas nos EUA e Canadá. Não obstante, ganhou ainda as 24 Horas de Le Mans, dividindo o lendário Ford GT40 ao lado de Bruce McLaren, de quem quase foi piloto na Fórmula 1. Mas o ano de 1967 lhe reservava, aos 23 anos, a passagem para a Ferrari. Após um encontro com o Commendatore, recebeu um contrato para integrar o time que já tinha Lorenzo Bandini, Lodovico Scarfiotti e Mike Parkes.

67mex25

Logo na estreia pelo time de Maranello, em Mônaco, Chris chegou em 3º mesmo tendo largado em décimo-quarto. O ótimo resultado do neozelandês foi ensombrado pela morte terrível do italiano Lorenzo Bandini, durante a corrida nas ruas de Monte-Carlo. Depois disto, Mike Parkes quebrou uma perna num acidente no GP da Bélgica e Lodovico Scarfiotti deu um tempo das corridas de F-1, o que fez de Amon o único piloto do time para o restante do ano.

Além da corrida monegasca, Amon subiria ao pódio ainda mais três vezes, sempre em terceiro, nos GPs da Bélgica, Grã-Bretanha e Alemanha. Foi o 4º colocado no Mundial de Pilotos de 1967 com 20 pontos – o que não podia ser considerado um mau resultado. E nas corridas longas, o neozelandês foi muito bem, ajudando a Ferrari a ser campeã do Mundial de Marcas com um ponto de vantagem para a Porsche. Em dupla com Lorenzo Bandini, ele venceu as 24h de Daytona e os 1000 km de Monza, a bordo da lendária Ferrari 330 P4.

amon-ferari-1968-rouen1

Em 1968, o engenheiro Mauro Forghieri teve a ideia de implementar no carro de Amon aerofólios enormes, cuja altura em determinados circuitos podia bater 2 metros. Esses experimentos aerodinâmicos, aliados à falta de consistência do piloto, fizeram a temporada do neozelandês ir para o vinagre. Após um 4º lugar na corrida de abertura do campeonato em Kyalami, na África do Sul, Amon conseguiu três pole positions consecutivas, abandonando em todas as oportunidades. Ele ainda conseguiu um ótimo 2º lugar no GP da Inglaterra, após longo duelo com Jo Siffert, e no restante do ano, abandonaria as cinco últimas etapas – tudo isso largando da primeira ou da segunda fila em todas elas.

Chris-Amon-1969

Em contrapartida, na Tasman Series, disputada na Oceania, Amon tinha ótimos desempenhos. Em 1968, venceu duas corridas – mas acabou perdendo o título para Jim Clark. No ano seguinte, com o lendário modelo Dino F2 da Ferrari, ganhou o GP da Nova Zelândia, empolgando seus conterrâneos. E na Fórmula 1, a velha má sorte tornou a dar as cartas: Chris conseguiria apenas o 3º lugar no GP da Holanda, em seis corridas que disputou. Impaciente, preferiu abandonar a equipe no meio do campeonato de 1969 – e se tivesse esperado, pegaria uma Ferrari afiada em 1970. Mas preferiu correr com um chassi de Fórmula 1 com motor Ford Cosworth DFV.

image_homepage_hero

Seus laços com a Ferrari não foram de todo rompidos em 1969. Com a Ferrari 312P Esporte Protótipo, foi 2º colocado nas 12 Horas de Sebring e quarto no BOAC 500 de Brands Hatch, tudo em dupla com Pedro Rodriguez. Também disputou provas de Can-Am com um protótipo desenvolvido pelos italianos para a série ianque – a monstruosa 612P, que lhe deu três pódios e o 6º lugar no campeonato, com 39 pontos. A sua última corrida pela Casa de Maranello foi os 1000 km de Monza, em 1970, quando chegou em segundo.

jim-culp-1970-german-grand-prix

Naquele ano, Chris Amon assinou com a March e foi disputar o Mundial de Fórmula 1 pela equipe STP, chefiada por Robin Herd e Max Mosley, tendo Jo Siffert como companheiro fixo e Mario Andretti em eventuais participações. A bordo do novo March 701, venceu o Troféu Internacional em Silverstone – mais uma prova extracampeonato – e ao longo da temporada, largou cinco vezes entre os quatro primeiros, provando que era mesmo um piloto veloz.

Após uma primeira metade de temporada irregular, mesmo com o 2º lugar em Spa-Francorchamps e Clermont-Ferrand, a segunda parte do campeonato de Amon foi bem mais consistente e ele conquistaria ainda mais um pódio com o 3º lugar em Mont-Tremblant, no Canadá. Acabou em 8º no Mundial de Pilotos com 23 pontos. Na Can-Am, fez 28 pontos em três corridas, com o March 707 de motor Chevrolet big block. Os desentendimentos entre Mosley e Herd minaram o ambiente e de novo o neozelandês foi buscar novos ares.

chris_amon__germany_1971__by_f1_history-d5en2qk

Amon escolheu a Matra-Simca para disputar o Mundial de 1971. E logo no começo daquele ano, venceu o GP da Argentina. Mas, como sempre, era um evento extracampeonato, para a homologação do circuito de Buenos Aires, que pretendia regressar ao calendário da Fórmula 1. Com o chassi MS120B desenhado por Bernard Boyer e Gérard Ducarouge impulsionado pelo motor MS73 V12 de escapes sonorizados e o mais belo ronco da história, Chris conquistou a pole position para o GP da Itália, com a incrível média horária de 251,214 km/h na época. O proverbial azar do piloto fez com que Amon marcasse somente nove pontos, com o 11º lugar no Mundial de Pilotos e o pódio no GP da Espanha, no circuito Parc Montjuich.

tumblr_m5v0rciGze1rod8iso1_1280

Em 1972, o Matra MS120C, depois atualizado para a versão D, continuava um carro veloz, mas irregular, alternando quebras com ótimos desempenhos. Num deles, no GP da França, onde partiu da pole e liderou metade das 38 voltas, um pneu furado acabou com o sonho da inédita primeira vitória. Amon chegou em terceiro e foi o último pódio do piloto na Fórmula 1.

bW1hQBZ

A Matra acabou com o programa de monopostos e se dedicou nos anos seguintes aos Protótipos. Com 29 anos, Chris ainda tinha muita lenha para queimar, mas arriscou a pele ao aceitar desenvolver o Tecno-Pederzani, com motor 12 cilindros boxer de 460 HP de potência. Logo no GP da Bélgica, numa corrida atribulada, Amon somou um pontinho com o 6º lugar. Ele disputou apenas mais três corridas com o time e o projeto do Tecno F1 foi abortado. Nas duas corridas finais, Chris teve à disposição um Tyrrell 006, mas só correu no Canadá, quando foi 10º colocado. A equipe desistiu do GP dos EUA em Watkins Glen, após a morte de François Cévert.

gp_espanha_1974_chris_amon_002

Em 1974, Chris Amon aproveitou o boom dos motores Ford Cosworth e encomendou um projeto de carro próprio a Gordon Fowell, que desenhou o Amon AF101, com o qual o neozelandês repetia Jack Brabham, tornando-se ao mesmo tempo piloto e construtor. Criador e criatura foram vistos em somente um único GP, o da Espanha, em Jarama, quando o piloto largou em 23º e desistiu com problemas de freio. Chris ainda se qualificou para o GP de Mônaco na 20ª posição, mas não largou em razão de falhas no distribuidor do motor.

1974chrisamonbrmaw5

Doente por ocasião do GP da Alemanha, Chris entregou o volante do carro a Larry Perkins, que não se classificou. Após mais um fracasso no GP da Itália, o Amon AF101 foi aposentado e o neozelandês conseguiu uma vaguinha na BRM. Com o monstrengo P201, chegou em 9º no GP dos EUA, em Watkins Glen.

Na Tasman Series, o piloto continuava ganhando corridas e alternando ótimos desempenhos com um sem-fim de problemas técnicos em seu carro. Após quase um ano ausente da Fórmula 1, Chris foi chamado por Morris Nunn para colaborar no desenvolvimento de um novo carro, o Ensign N175, com o qual reapareceu nos GPs da Áustria e Itália, chegando na 12ª posição em ambas as corridas.

ensign-n176

Entusiasmado com a ajuda valiosa do piloto, então com 32 anos, Morris não hesitou em oferecer-lhe um contrato e Amon fechou para correr pelo Team Ensign no Mundial de 1976. Ainda com o velho N174, chegou em oitavo lugar no GP dos EUA, em Long Beach, antes da estreia do N176, já sem o periscópio do motor que caracterizava os carros na década de 70. Com ele, Amon chegou em 5º e somou dois pontos no Mundial de Pilotos.

Nos treinos do GP da Suécia, Chris conseguiu um espantoso 3º tempo no treino oficial e andou em quarto por 37 voltas até o carro ter um problema de suspensão. Ele voltou a andar bem em Brands Hatch, com o 6º lugar no grid, abandonando a corrida com um vazamento de água. E no GP da Alemanha, após o acidente sofrido por Niki Lauda, resolveu de vontade própria abandonar o automobilismo, sendo demitido do time por Morris Nunn.

1976chrisamonwolfwilliayo6

Mas a aposentadoria não foi de todo cumprida. No fim do ano, já morando nos EUA, Walter Wolf convidou Chris Amon para guiar seu Wolf-Williams FW05 no GP do Canadá, em Mosport, e o piloto aceitou. Fez o 25º tempo no grid, mas após uma batida nos treinos, não pôde correr naquela que foi sua última aparição na Fórmula 1.

CA177StJovite021c

Em 1977, ele fez uma única aparição na série Can-Am, que regressava às pistas depois de três anos, com um Wolf-Dallara WD1. “Não gosto mais disso”, afirmou Amon – que assim deixou em definitivo as competições. Seu lugar passou a ser ocupado por um jovem canadense chamado Gilles Villeneuve, que seria posteriormente recomendado à Ferrari por… Chris Amon. Foi o último envolvimento dele com a categoria máxima.

Chris-Amon

Hoje aposentado, aos 70 anos de idade, Chris Amon curte a família e a cidade de Taupo, na Nova Zelândia, onde reside. Há alguns anos, colaborou inclusive com as obras que modernizaram o circuito que chegou a receber corridas da extinta categoria A1GP. Deixou as pistas com um currículo de 96 GPs disputados, 5 pole positions, três voltas rápidas em prova, onze pódios, 83 pontos somados, 183 voltas na liderança e 22.571 km percorridos.

Samurai

RIO DE JANEIRO – Com auxílio luxuoso de Stevie Wonder, que gravou os trechos com gaita da canção, Djavan estrondou em 1982 com sua “Samurai”, vista aqui num protoclipe do Fantástico. O alagoano, cuja carreira começou com uma boa forcinha de uma emissora de televisão, que pôs música dele em trilha sonora de novela (“Alegre menina”), despontou em 1975 com “Fato consumado” – 2ª colocada do festival Abertura e depois com “Flor de Lis”.

“Samurai” é o clip da semana, pois.

6h de São Paulo – equipes LMGTE-AM: Aston Martin Racing

RIO DE JANEIRO – O blog começa a apresentar de hoje até o dia 28, todas as equipes que vão disputar as 6 Horas de São Paulo, 4ª etapa do Campeonato Mundial de Endurance, o WEC. Começamos pela categoria LMGTE-AM, para carros atualizados até 2012, onde as duplas ou trios têm que ter, obrigatoriamente, apenas um piloto com graduação platina ou ouro. Os demais têm que ser prata e bronze.

O primeiro time é a Aston Martin Racing, que tem novidades para a corrida brasileira, em decorrência da trágica morte do dinamarquês Allan Simonsen.

Vamos lá:

Aston Martin Racing
Sede: Banbury, Oxfordshire (Inglaterra)
Chefe de equipe: John Gaw
Carro: Aston Martin Vantage V8
Motor: Aston Martin V8 4,5 litros
Potência: 600 HP
Pneus: Michelin
Câmbio: Xtrac sequencial de 6 marchas
Peso: 1195 kg

Redes sociais
Facebook: http://www.facebook.com/astonmartinracing
Twitter: @amr_official

Aston-Martin-un-Festival-au-Mans_opengraph

Terceira colocada no Campeonato de Construtores da LMGTE, a Aston Martin precisa superar o baque fortíssimo causado pela tragédia ocorrida logo no início das 24 Horas de Le Mans, quando morreu o piloto Allan Simonsen. Em respeito a ele, o construtor mantém seus dois carros na briga pelo título. O #95 terá um novo piloto dinamarquês: é Nicki Thiim, filho do ex-piloto Kurt Thiim. O #96 vem com somente dois representantes no Brasil, já que Roald Goethe não poderá participar da competição devido a compromissos anteriormente agendados.

Conheça os pilotos:

0c66-nicki_thiim_portrait_2012

Nicki Thiim
Data de nascimento: 17 de abril de 1989 (24 anos)
Cidade natal: Sønderborg, Dinamarca
Estreante no WEC

NYGAARD1

Christoffer Nygaard
Data de nascimento: 24 de março de 1986 (27 anos)
Cidade natal: Gentofte, Dinamarca
Corridas disputadas no WEC: 3
Vencedor das 6h de Silverstone na classe LMGTE-AM
5º colocado no FIA Endurance Trophy, com 45 pontos

Poulsen1

Kristian Poulsen
Data de nascimento: 18 de novembro de 1975 (37 anos)
Cidade natal: Flensborg, Dinamarca
Corridas no WEC: 4
Vencedor das 6h de Silverstone na classe LMGTE-AM
5º colocado no FIA Endurance Trophy, com 45 pontos

Stuart-Hall1

Stuart Hall
Data de nascimento: 18 de outubro de 1984 (28 anos)
Cidade natal: Chelmsford, Essex (Inglaterra)
Corridas no WEC: 4
Terceiro nas 6h de Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
5º colocado no FIA Endurance Trophy, com 45 pontos

Campbell-Walker1

Jamie Campbell-Walter
Data de nascimento: 19 de dezembro de 1972 (40 anos)
Cidade natal: Oban (Escócia)
Corridas no WEC: 3
Terceiro nas 6h de Spa-Francorchamps na classe LMGTE-AM
5º colocado no FIA Endurance Trophy, com 45 pontos