Menos cavalos, mais segurança

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RIO DE JANEIRO – A Nascar estuda modificações para a temporada 2014, adaptando os novos carros da chamada “Geração 6” para que sejam ainda mais seguros do que normalmente os carros da Sprint Cup já são, com todos os aparatos que têm evitado acidentes fatais desde a tragédia de Dale Earnhardt, em 2001.

Está em estudo, inclusive, um “estrangulamento” dos motores. Hoje, os propulsores da Sprint Cup trabalham com cerca de 900 HP de potência e seriam aplicados restritores para diminuir esse total em pelo menos cem cavalos. Vale lembrar que já nos Superspeedways feito Daytona e Talladega, os carros já são equipados com restrictor plates que limitam a entrada de ar nos cilindros e tiram a potência – senão os pilotos andariam a velocidades próximas a 360/370 km/h de média.

Os carros também poderão receber modificações na aerodinâmica, para favorecer as ultrapassagens e também reduzir drasticamente as possibilidades de capotamento em caso de acidentes mais graves. O consenso é que os “Geração 6” são, de longe, carros melhores que o malfadado projeto dos CoT (Car of Tomorrow) introduzido lá por 2007 e cujo conceito não deu certo. Esses carros tiveram que sofrer um reestudo para poder terminar o campeonato de 2011 e àquela altura a Nascar já trabalhava no conceito dos modelos atuais da Sprint Cup, que estrearam em 2012, inclusive com o uso de injeção direta de combustível, substituindo os tradicionalíssimos carburadores.

Vamos aguardar as novidades, que devem ser oficializadas brevemente.

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