Dionisio Pastore (1957-2014)

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RIO DE JANEIRO – Triste dia para o automobilismo brasileiro, com a notícia surpreendente e inesperada da morte de Dionisio Pastore, um dos maiores kartistas da história do país. Um infarto nos separou de seu convívio nesta quinta-feira. Ele tinha 56 anos.

Nascido em 1957 no estado de São Paulo, formou-se em arquitetura e urbanismo. Mas foi nas pistas onde pôde mostrar seu talento. Teve que esperar até 1970, quando completou 13 anos, para poder competir. Ficaria nas pistas por quase uma década e meia e nesse período, conquistou títulos do Campeonato Paulista e do Brasileiro, além de disputar por duas vezes o Mundial de Kart.

Como orgulho de toda uma vida, Pastore competiu contra os grandes craques da modalidade: Carol Figueiredo, Waltinho Travaglini, René Lotfi, Zeca Giaffone, Antônio Lopes, Toninho da Matta, Manfredo Holschauer, Mário Sérgio de Carvalho, um certo Ayrton Senna e gringos como Terry Fullerton, Mike Wilson e Peter Koene, entre outros.

No Superkart, categoria que competiu antes de se despedir das pistas no início dos anos 80, teve como adversários nomes como Emerson Fittipaldi, Maneco Combacau, Lian Duarte, Totó Porto, Paulo Carcasci, Oswaldo Negri, Túlio Meneghini e Renato Russo. Recentemente, Pastore voltara a se envolver com a velha paixão dos anos 70, atuando como chefe de equipe, organizador e piloto da categoria “Vintage Kart”.

A toda família e amigos de Dionisio Pastore, enviamos os mais sinceros votos de pêsames através deste blog.

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3 respostas em “Dionisio Pastore (1957-2014)

  1. Uma pena…particularmente não conhecia a história dele, mas este tipo de personagem do nosso automobilismo deveria ser muito mais valorizado do que realmente foi.

  2. Foi uma triste notícia. Competi com o Pastore no início dos anos 70, na categoria Júnior Menor e tivemos alguns bons pegas. Lembro-me, que um dos meus primeiros troféus foi conquistado com um 6º lugar no paulista de 1972 após a desclassificação do amigo poruqe correu com sapatos – não teve tempo de por as sapatilhas, ou os tênis de cano alto que então usávamos). Nestes tempos em que as lembranças nos sustentam, mando um abraço carinhoso aos amigos e familiares do Pastorinho e peço a Deus que coloque a sua alma no lugar mais alto do pódium.
    Luiz Antonio Silva Costa (LASC naqueles velhos tempos).

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