Pequenas maravilhas – Porsche 911 GT1-98 (1998)

1797034_10201523251752127_1350723655_nRIO DE JANEIRO – Cortesia do Milton Pecegueiro Rubinho, o “Fio”, aí está uma miniatura caprichadíssima do Porsche 911 GT1-98, o último carro da marca de Stuttgart a ganhar as 24 Horas de Le Mans na classificação geral, com os pilotos Laurent Aiello/Stéphane Ortelli/Allan McNish.

Na verdade, o que está na foto é o #25, de “Brilliant” Bob Wollek/Jörg Müller/Üwe Alzen, que chegou em 2º lugar. Portanto, a turma alemã faturou a prova em grandíssimo estilo, em dobradinha.

Foi também a última vitória de um carro com motor flat de cilindros opostos, em Sarthe. Nesse ano, a Porsche, em seu retorno às competições de Protótipos tenta sua 17ª vitória na geral, com o novo 919 Hybrid. Em 2013, a marca alcançou e superou a casa de 100 triunfos na história da prova francesa.

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Pequenas Maravilhas – Yamaha YZR 500 (1979)

540382_2019322220718_689573690_nRIO DE JANEIRO – Da época áurea do Mundial de Motovelocidade com suas máquinas dois tempos de 500cc, de retomadas brutais e que poucos sabiam conduzir com a perícia necessária para ser um grande campeão. Eis a miniatura da Yamaha YZR 500 de “King” Kenny Roberts, pintada com o clássico visual preto e amarelo da marca dos três diapasões no fim dos anos 70.

O californiano de Modesto, hoje com 62 anos, pode ser chamado de “lenda viva” do esporte. Tornou-se, inclusive, o primeiro piloto dos EUA campeão nas 500cc. Campeão, vírgula. Tricampeão. Venceu três campeonatos seguidos de 1978 a 1980 e foi muito competitivo até o fim da temporada de 1983, quando abandonou as pistas aos 32.

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Tornou-se posteriormente chefe da equipe oficial Yamaha e depois construtor independente, com as Modenas KR3 nas 500cc e depois com as KR dotadas de motor Honda V5 na MotoGP. Seu filho Kenny Jr. repetiu o feito do pai: com o título das 500cc em 2000, o clã Roberts é o único a ter pai e filho campeões no Mundial de Motovelocidade. Até hoje.

By the way, miniatura da minha coleção. Aguardo os exemplares de vocês. Mandem inbox pelo Facebook, procurando por Rodrigo Mattar.

Pequenas maravilhas: Dodge Viper GTS-R (2000)

unnamed (3)RIO DE JANEIRO – Aproveitando o ensejo da disputa das 24 Horas de Daytona, o Evandro Coronet, colaborador emérito desta seção do blog, mandou fotos de uma miniatura de sua coleção que tem absolutamente tudo a ver com a corrida: o Dodge Viper GTS-R #91 do Viper Team Oreca, campeão da prova em 2000.

unnamed (2)Na ocasião, começava exatamente a trajetória da Rolex Sports Car Series, que catorze anos depois dá lugar ao Tudor United SportsCar Championship. E logo na primeira prova da história daquele certame, venceu o carro guiado por Karl Wendlinger, Dominique Dupuy e Olivier Beretta, com motor de 8 litros e 10 cilindros em V.

unnamed (1)Pelo que a imagem mostra, foram produzidas 1.632 unidades apenas da miniatura deste Dodge Viper, uma obra-prima. Cabe ao Evandro vir aqui e dizer quem foi o fabricante e qual é a escala. E obrigado a ele por mais uma contribuição valiosa.

Pequenas maravilhas – Lotus 79 (1979)

2013-06-19-1668BRIO DE JANEIRO – As miniaturas estão de volta ao blog com este exemplar enviado pelo Roberto Octávio. A coleção dele, além do Renault RS01 já visto aqui na série, tem também esta Lotus 79 com a pintura verde do time de Colin Chapman usada no Mundial de Fórmula 1 de 1979.

Este carro, com o patrocínio do Banco Internacional da Argentina, foi guiado por Carlos Reutemann na abertura do campeonato daquele ano. A Lotus tinha assinado com a Martini & Rossi um contrato de patrocínio e também com a Essex, acordo que iria vigorar a partir do meio da temporada, quando a escuderia estreou o malfadado Lotus 80. Seria o início de um período de “vacas magras” para o criativo engenheiro responsável pela introdução dos chassis monocoque e do efeito asa nos bólidos da categoria máxima.

Mais uma vez, agradeço ao Roberto pela colaboração. Aguardo mais fotos de miniaturas enviadas pelos leitores. Enviem para rodrigomattar36@terra.com.br, que serão publicadas.

 

Pequenas maravilhas – BMW 320i (1996)

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RIO DE JANEIRO – Contribuição do “xará” Rodrigo Carelli para a série de miniaturas de carros e motos de competição que o blog apresenta com alguma frequência. Dentre os modelos de sua coleção, ele mandou este aqui: a BMW 320i, de 1996.

Segundo o Carelli, no e-mail onde está anexada a foto, ele explica que esse carro é da equipe Team BMW Fina Bastos Bigazzi e que venceu as 24 Horas de Spa-Francorchamps daquele ano. Os pilotos foram o belga Thierry Tassin e os alemães Jörg Muller e Alexander Bürgstaller – aliás, por onde andaria este último?

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Era a época em que o Superturismo, com seus carros derivados de modelos de série, todos com motores 2 litros e potência ao redor de 300/330 HP, bombava no mundo inteiro. Inclusive, por algum tempo, tivemos aqui o Superturismo Sudam, de curta, mas interessante memória.

Excelente colaboração do Carelli. E virão mais!

Pequenas maravilhas – Lancia Stratos HF (1977)

RIO DE JANEIRO – Mais uma contribuição preciosa para a série de miniaturas apresentadas aqui no blog. Cortesia do Fernando Brondani, eis um dos carros icônicos da história do automobilismo, especialmente no Rali: a Lancia Stratos HF, com a não menos icônica pintura da Alitalia.

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Esse carro que disputou o Mundial de Rali em 1977 deu o título mundial a Sandro Munari e seu navegador Silvio Maiga. Com ele, a dupla venceu o Rali de Monte Carlo daquele ano.

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O Stratos HF foi desenvolvido pelo Studio Bertone e é um dos mais belos carros já construídos para a modalidade. Com o poderoso motor Dino V6 Ferrari, tração traseira e câmbio de 5 marchas, tinha pouco mais de 950 kg. Desenhado com frente em cunha e traseira bastante compacta, tornou-se um dos carros-esporte mais lendários de todos os tempos.

A miniatura é de fabricação japonesa, através da CMS.

Pequenas maravilhas – Renault RS01

2013-06-07-1589RIO DE JANEIRO – Mais um exemplar inédito na série das Pequenas Maravilhas aqui no blog. Eis o Renault RS01, o primeiro carro da história da Fórmula 1 a correr com motor turbo. Conduzido por Jean-Pierre Jabouille, disputou 23 corridas desde a estreia no GP da Inglaterra, em 14 de julho de 1977, até 13 de maio de 1979, quando René Arnoux andou com o carro na última aparição dele, no GP da Bélgica, em Zolder.

O RS01, com o motor EF1 V6 turbo de 1,5 litro, não teve bons resultados nas pistas, porque a Renault ainda enfrentava problemas com a resistência e a confiabilidade do propulsor. O carro só largou uma única vez na pole, no GP da África do Sul de 1979, com Jabouille e outras duas vezes na segunda fila, em Monza e Zeltweg, ambas em 78. O melhor resultado do carro foi um 4º lugar no GP dos EUA-Leste, em Watkins Glen.

Jabouille, que pegou o carro desde o início do seu desenvolvimento, foi o escolhido para os testes e para a estreia do RS01 por seu profundo conhecimento de mecânica. Em 1976, quando ganhou o Europeu de Fórmula 2, ele já fazia os primeiros ensaios dinâmicos, coordenados por François Castaing, no chamado Laboratoire Roulant EE01.

A miniatura da foto foi enviada por Roberto Octávio – aliás, ele mandou várias – e a escala do Renault RS01 é 1:43. Finalizando, o fabricante é a Quartzo.