A volta da Texaco

CarroRIO DE JANEIRO – A Texaco, do grupo estadunidense Chevron, está de volta ao automobilismo brasileiro após patrocinar o Botafogo. A marca da estrela com fundo vermelho vai patrocinar o Stock Car número #18 do “Japonês Voador” Allam Khodair na temporada 2014. O anúncio foi feito hoje em coletiva de imprensa realizada no Centro do Rio de Janeiro.

Neste ano, inclusive, Khodair volta a trabalhar com Maurício Ferreira, repetindo uma parceria frutuosa da extinta Fórmula Renault e na própria Stock, através da Full Time Racing. E o companheiro de equipe do piloto será ninguém menos que Rubens Barrichello.

“Acredito que estou no meu melhor momento. E a parceria com as marcas Havoline e Texaco só vem somar a isso. É a primeira vez que me alio a marcas dessa magnitude. Estou muito feliz em todos os aspectos e, mais ainda, por perceber que toda a equipe Havoline e Texaco também está muito animada com seu retorno ao automobilismo, onde possui uma tradição enorme. Pra mim é um prazer e um orgulho muito grandes”, declarou o piloto Allam Khodair no release divulgado à imprensa.

A temporada da Stock Car começa dia 23 de março com uma corrida especial no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos. Todos os carros terão dois pilotos e o parceiro de Khodair deverá ser revelado em breve. A primeira dupla confirmada foi Átila Abreu/Nelsinho Piquet.

Pequeno grande campeão

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RIO DE JANEIRO – Justiça seja feita: a Stock Car teve hoje em Interlagos uma corrida como há muito tempo não víamos. Talvez a melhor em muito tempo e disparada a mais emocionante de 2013. Em jogo, o título de campeão da temporada e um prêmio extra de R$ 1 milhão. Com 35 carros na pista – um deles para Bruno Senna, a vitória coube a um piloto com passagem pela Fórmula 1, no caso o curitibano Ricardo Zonta. E o título, num final apoteótico, para Ricardo Maurício, da equipe de Rosinei Campos.

Ricardinho é aquele tipo de piloto que poderia ter ido muito longe na carreira internacional. Foi bem em tudo o que guiou: Fórmula Ford, Fórmula 3, Fórmula 3000 e testou até Fórmula Indy. Infelizmente, esbarrou num sujeito chamado Helmut Marko e precisou refazer a vida aqui no Brasil. Adaptou-se rapidamente aos carros da Stock e tornou-se um especialista da matéria. Ganhou o primeiro título em 2008 e agora conquista o segundo, numa corrida perfeita. E o piloto ainda tornou-se bicampeão da Copa Petrobras de Marcas. Dois títulos nacionais num mesmo ano. Coisa para poucos.

Thiago Camilo viu o sonho adiado mais uma vez. Vice campeão por três pontos, o piloto do carro #21 não mediu esforços para chegar ao título inédito, mas as últimas voltas foram um pesadelo para ele, já que acabaram – de uma só vez – a primeira, a segunda e a terceira marchas do câmbio de seu carro. O piloto era o líder a menos de cinco minutos para o fim da corrida. Acabou em 6º lugar e a três pontos do campeão Ricardo Maurício.

Uma pena que nem todas as corridas de 2013 tenham sido assim – sem confusões, sem brechas de regulamento ou demais bobagens que por vezes mancham a imagem da Stock Car.

A Vicar enlouqueceu

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RIO DE JANEIRO – Há muito tempo não falo de Stock Car aqui no blog. A bem da verdade, a categoria não me desperta mais nenhuma vontade de acompanhar suas provas. É tanta mudança – para pior – que eu, como telespectador e como jornalista, não me sinto mais atraído a ver corridas onde, na maioria das vezes, sabemos quais carros vão aparecer mais que outros. E assim caminha a humanidade…

Mas hoje vou soltar o verbo. Ao anunciar um calendário com 12 datas e 21 corridas para 2014, a categoria brasileira claramente copia o formato vitorioso da V8 Supercars australiana que, com mais de 30 provas, oferece disputas sensacionais, um campeonato atrativo e que inclusive conta com a presença de pilotos internacionais na Armor All 600, disputada em Surfers Paradise, além de ter a incrível Bathurst 1000, uma prova de 1000 km no circuito Mount Panorama.

Eu não vejo problema em existir uma inspiração vinda de fora. Todas as ideias são bem-vindas. O difícil é elas serem aplicadas na Stock Car, por influência direta da televisão. Jamais vão permitir que aqui sejam disputadas duas baterias de 1h de duração como acontece em várias provas na Oceania. Tem mais: a categoria nunca consegue acertar seu formato de disputa. Um dia tem reabastecimento, no outro ele deixa de existir. Uma corrida tem troca de pneus obrigatória, a outra não tem. É um samba do crioulo doido de fazer corar Stanislaw Ponte Preta, a.k.a. Sérgio Porto.

Some-se a tudo isso e mais um pouco, o seguinte: a categoria anunciou a intenção de trazer 34 pilotos de fora para correr em revezamento com pilotos nacionais. Até citaram a “possibilidade” de reunir, num mesmo carro, Barrichello e Schumacher. Vejam vocês.

Ora, trinta e quatro cabeças vindas de fora custa grana. E não deve ser pouca. Mas aí eu pergunto: será que valerá a pena para um Schumacher, um Kanaan, um Montoya, um Castroneves, um Dixon, um Franchitti – só para citar alguns – vir aqui para o Brasil e guiar só 25 minutos? E num carro ao qual não estão acostumados e que conhecerão direto em treinos livres – já que a Stock, assim como a Fórmula 1, não permite testes?

Enfim… não acho que seja por aí. A categoria não tem lastro para se firmar – embora esteja aí há 34 anos, só que altamente questionada por uma série de fatores –  e, pior, se julga mais importante do que realmente é. E vamos parar, por favor, com as comparações com o próprio V8 Supercars e com o DTM. São conceitos diferentes, regras diferentes, carros diferentes, tudo diferente.

Aliás, nem com a Nascar a Stock Car brasileira teria qualquer termo de comparação.

Para mim, a Vicar enlouqueceu. Quem quiser, que discorde. E os comentários agora são de vocês.

Stock em Curitiba

Stock-CuritibaRIO DE JANEIRO – Acabei de acompanhar a 2ª etapa da Stock Car em Curitiba. Corrida em banho-maria onde, com raras e honrosas exceções, quase não houve ultrapassagens na pista – e a liderança foi decidida na parada de boxe para “reabastecimento”. Escrevo a palavra reabastecimento entre aspas pelo seguinte: as equipes podem – ou não – colocar etanol nos tanques dos carros. Acho incoerente e esdrúxulo: se o reabastecimento é obrigatório, que se complete o tanque, então.

Coisas do automobilismo brasileiro e da própria Stock, enfim…

A questão da parada de box beneficiou Allam Khodair, que deu o pulo do gato à frente do pole position Ricardo Maurício e de Daniel Serra. E o Japonês Voador venceria com o carro #18 da equipe de Mauro Vogel – mas os pneus, vilões em Interlagos, voltaram a ser personagens decisivos e o piloto teve justamente o pneu traseiro esquerdo furado. E é bom lembrar que não foi o único – mas no pelotão da frente, só ele foi acometido deste problema. Khodair ainda terminou em 18º, uma posição à frente de Rubens Barrichello – que mais uma vez levou pancada para tudo quanto é lado, mas conseguiu terminar na zona de pontuação.

Quem não teve nada a ver com isso foi Daniel Serra, que estava no momento certo e na hora certa para poder vencer, ofertando a Andreas Mattheis sua segunda vitória na temporada. A equipe Red Bull, sempre competente, não brinca em serviço – nem ela e nem a Eurofarma do Rosinei “Meinha” Campos, que tem uma receita de acerto muito boa para a pista de Pinhais.

Cacá Bueno, que venceu em Interlagos na corrida inaugural, foi muito discreto: chegou em quinto, entre Valdeno Brito – outro que normalmente anda bem no circuito paranaense – e Ricardo Zonta, o melhor piloto da casa neste domingo. Thiago Camilo, que a exemplo de Ricardo Maurício corre para “Meinha”, mas num esquema sob a tutela de André Bragantini, completou o pódio.

E a Stock, hein?

RIO DE JANEIRO – Pois é… começou a temporada 2013 da Stock Car. Novidades na transmissão e uma corrida morna que teve uma disputa excepcional no fim entre Átila Abreu, Valdeno Brito e Cacá Bueno, que venceu a corrida, assistida infelizmente por um público abaixo da expectativa em Interlagos.

Na boa? Como se pode cobrar R$ 40 pelo ingresso de uma corrida que dura quarenta minutos? Ou seja… a razão é de um real por minuto de corrida. Não concordo com essa opção por encarecer o preço. Isso também afasta o público dos autódromos, além de outros fatores extrapista que depõem contra a credibilidade do esporte no Brasil.

A Stock chega à 35ª temporada de sua história, passando por um momento de transição também fora da pista. Carlos Col, que foi o homem por trás do crescimento da Vicar como promotora da categoria, deixou a organização do evento e não está mais envolvido diretamente com a Stock. Ele teria se desligado para tocar “novos projetos pessoais”, que podem ser lidos nas entrelinhas como ‘formação de chapa de oposição a Cleyton Pinteiro na CBA’.

Muita gente pode ser avessa à Stock, muitos podem criticar a Vicar e a organização da categoria, mas se existe alguém que pode articular uma oposição ferrenha aos que hoje destroem o automobilismo brasileiro, este é Carlos Col. Lembro que a eleição será em 2017 e espero que, até lá, o esporte não tenha sido assassinado de vez no Brasil.

A própria Stock, é bom que se diga, não respira ares financeiramente saudáveis. A categoria não tem um patrocinador master. E também há equipes na corda-bamba com a questão orçamentária. Tivemos grid cheio hoje em Interlagos, é bem verdade. Mas não posso assegurar, até porque não tenho bola de cristal, que todos os 34 carros vão chegar ao fim do campeonato. Só o tempo – e o dinheiro – dirão.

O layout do Stock-Petronas da Bassani

535646_421575577924816_17486236_nRIO DE JANEIRO – Eis a foto do Stock Car da equipe RC3 Bassani que terá Diego Nunes como piloto e o patrocínio da Petronas, conforme dito aqui no blog neste post publicado no último dia de 2012.

A categoria está com praticamente todos os lugares preenchidos para esta temporada. Aliás, uma das vagas é do segundo carro do time do competente engenheiro Eduardo Bassani. Outras duas que estão em aberto são na Officer ProGP de Duda Pamplona e na equipe JF Racing, comprada pela Cimed e que será administrada por Andreas Mattheis – aliás, mais uma informação em primeira mão deste blog.

Tem equipe vendida na Stock

logo-cimedRIO DE JANEIRO – Mudanças para a temporada 2013 da Stock Car. Uma das equipes da Região Serrana do Rio de Janeiro foi vendida no início deste ano. A JF Racing, que era do grande Jorginho Freitas, ex-piloto e antigo chefe de equipe na lendária Texaco-Petrópolis Competições, agora é de propriedade de João Adibe, dono do laboratório de medicamentos genéricos Cimed.

Segundo a minha fonte, que logicamente será preservada, um dos motivos para a venda da equipe foi que o Jorginho ficou muito abalado com a perda da esposa, D. Leila. E como ele não teria ninguém para dar continuidade à escuderia, decidiu vendê-la. A oficina, segundo dizem, era praticamente no quintal de casa do Jorge Freitas.

Tem mais: a mudança de proprietário da JF Racing provoca, também, uma dança de cadeiras na categoria. O piloto Denis Navarro, que defendeu a Vogel no último campeonato, foi requisitado para correr com o patrocínio da Cimed em 2013. Com isso, abre-se a vaga de companheiro de Allam Khodair no time também sediado na Região Serrana do Rio de Janeiro.

Anteriormente, o piloto carioca Pedro Boesel, que corria pela JF, já tinha anunciado que estava fora da equipe, porque o patrocinador, a Comprafácil.com, retirou o apoio no início deste ano. E o número de cockpits vagos até este momento é de sete – pois Wellington Justino acertou com a Hot Car e vai defender a equipe em 2013.

Petronas na Stock

15RIO DE JANEIRO – Passarinhos, quando bebem algumas águas perto de jornalistas antenados e mais sóbrios, abrem mais o bico do que deveriam. Muito bem: na última sexta-feira, num encontro entre amigos, após umas rodadas de chope e outras bebidas mais na calorenta madrugada carioca, começou a rolar um papo sobre a volta da Petrobras à Stock. Até porque um dos integrantes da roda trabalha por lá.

Muito bem… esse meu amigo que sabe das coisas do mercado disse que tudo é difícil e burocrático por lá. Aí veio a bomba: “Outras fazem negócios de forma mais ágil. É o caso da Petronas, aquela lá da Mercedes na Fórmula 1.”

Perguntei em que sentido e ele respondeu, de pronto: “Ora, a Petronas vai para a Stock Car em 2013.”

Como eu li num outro blog sobre patrocínio que estreia na categoria no próximo ano e já há outras duas empresas do ramo – Shell e Ipiranga – envolvidas com a Stock, não é difícil deduzir que a Petronas entra com a equipe RC3 Bassani no carro de Diego Nunes, que regressa após uma passagem pela Hot Car do Amadeu Rodrigues.

Barrichello na Stock

Barrichello StockRIO DE JANEIRO – Nem Fórmula 1, muito menos Fórmula Indy. O destino de Rubens Barrichello em 2013 é a Stock Car. Quem acessa o blog do Nei Tessari, que tem dois gravíssimos defeitos – é corinthiano e torcedor do Boston Celtics na NBA, porém tem muito boas fontes, já ficou sabendo da novidade. O piloto de 40 anos de idade vai disputar o campeonato do ano que vem pela equipe Full Time, do Maurício Ferreira, com o apoio da Medley.

Uma ressalva importante: o laboratório de medicamentos genéricos vendido há três anos por Xandy Negrão para a francesa Sanofi-Aventis, iria abandonar de vez  o automobilismo no próximo ano. Nem o filho dele, Xandinho, vai permanecer na Full Time – terá que buscar nova equipe e patrocinadores para a próxima temporada. A questão do retorno proporcionado pela participação de Rubens em três corridas (segundo li no site Grande Prêmio, o valor foi de R$ 15 milhões) pode ter influenciado na decisão como, claro, a vontade de correr no Brasil e ficar mais tempo com a família.

Respeito a decisão do Barrichello em ficar aqui e correr na Stock. Até que, para quem correu poucas vezes com carros de turismo, seu desempenho foi muito bom, especialmente em classificação. Mas ele precisa ainda entrar no ritmo em corrida e se acostumar com as situações vividas na pista, onde o pessoal para ganhar posição faz de tudo um pouco. Inclusive bater. E em Brasília, ele se queixou de ter levado “muita porrada”. Faz parte do show, Rubens.

Só tem um porém: acho que, se não deu certo na Indy e ele estivesse ainda com tesão de acelerar num campeonato internacional, duas opções ótimas estavam aí a hora em que ele quisesse: o DTM alemão, com carros de tecnologia ultra avançada, quase que um Fórmula carenado com motor de 500 cavalos e os protótipos do Mundial de Endurance (WEC), com os quais, aliás, o estilo de pilotagem de Barrichello casaria perfeitamente. Rápido, regular, eficiente, ele se daria muito bem neste tipo de competição. É a minha opinião.

Escolhas são pessoais e ele fez a dele. Claro que a Stock ganha muito com a confirmação de Barrichello entre os seus 34 pilotos para 2013 (nem todos ainda confirmados), mas é cedo demais para afirmar se a recíproca da parte dele será verdadeira.

Um milhão na estratégia e Cacá é penta

RIO DE JANEIRO – Quem diria que uma corrida que chegou a ser monótona em grande parte de sua disputa teria o final que assistimos hoje em Interlagos? A decisão da Stock Car, com a Corrida do Milhão, foi cheia de emoção nos minutos finais, com vários carros ficando pelo caminho com falta de combustível. Foi o preço pago pelo risco de seguir na pista sem parar, pois hoje os carros da categoria fazem corridas de 40 minutos mais uma volta e a prova de hoje teve dez minutos a mais. E nem choveu, apesar do tempo bem fechado e ameaçador no circuito paulistano.

Mas houve três entradas do Safety Car e um único piloto não parou e conseguiu cruzar a linha final. E esse piloto, que esteve com o prêmio de 1 milhão de reais nas mãos, foi superado a 400 metros da quadriculada. Cacá Bueno, com o 3º lugar, levou o título – o quinto dele na Stock Car. Ficou sem combustível, de fato, poucos metros depois e, ao chegar nos boxes, soltou a pérola. “Dinheiro é papel. O penta é histórico.”

Pode até ser que dinheiro seja papel, mas vai dizer isso pro Thiago Camilo, que conquistou uma vitória incrível neste domingo. Largando de 20º após enfrentar um problema nos treinos classificatórios, o piloto da equipe Ipiranga RCM contou com uma estratégia que deu certo: parou cedo e veio escalando o pelotão até a vitória. Camilo torna-se também o segundo piloto a ganhar a Corrida do Milhão.

Ricardo Maurício foi outro que também veio ganhando posições com os problemas de pane seca dos adversários e chegou em segundo. Se tivesse parado mais cedo, talvez tivesse vencido. Mas o “se” não corre.

Brilhante performance, a se ressaltar, do paranaense Júlio Campos. Largou de último – foi um dos que optou por sair dos boxes abastecendo quando a bandeira verde foi acenada – e fez uma corridaça. Chegou em 4º lugar, com Ricardo Zonta em quinto e Duda Pamplona em sexto. Entre os quatro convidados, Raphael Matos foi o melhor colocado. Terminou em nono, com Hélio Castroneves em décimo-quarto e Rubens Barrichello em 22º. Tony Kanaan não terminou.

No fim das contas, um resultado justo. Venceu um piloto aguerrido, que não desistiu nunca e que é do ramo. Foi campeão mais uma vez aquele que hoje é um dos melhores, senão o melhor, entre os pilotos que correm aqui no país.

O resultado final:

1. Thiago Camilo, 27 voltas em 52’08″475, média de 134,03 km/h
2. Ricardo Maurício, a 0″081
3. Cacá Bueno, a 0″564
4. Júlio Campos, a 2″395
5. Ricardo Zonta, a 2″635
6. Duda Pamplona, a 5″114
7. Denis Navarro, a 7″747
8. Átila Abreu, a 8″081
9. Raphael Matos, a 12″792
10. Antonio Pizzonia, a 14″140
11. Popó Bueno, a 16″531
12. Daniel Serra, a 17″156
13. Rodrigo Sperafico, a 17″563
14. Hélio Castroneves, a 18″669
15. Luciano Burti, a 19″589
16. Pedro Boesel, a 21″654
17. Ricardo Sperafico, a 25″781
18. Tuka Rocha, a 26″482
19. Eduardo Leite, a 31″742
20. Allam Khodair, a 32″803

Vicar apresenta calendário da Stock para 2013

RIO DE JANEIRO – A Vicar, promotora da Stock Car, confirmou nesta quarta-feira, antes do fim de semana da decisão do campeonato deste ano em Interlagos, o calendário de 12 provas para a temporada de 2013.

Com o mesmo número de corridas que o campeonato deste ano, a categoria brasileira de turismo apresenta algumas novidades. Sem Jacarepaguá, o Rio de Janeiro está fora pela primeira vez desde muito tempo. Pelo menos a Vicar teve o bom-senso de não embarcar em canoas furadas como uma que chegou a ser comentada, sobre uma corrida de rua no Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade. Também o Autódromo de Londrina está fora dos planos dos promotores.

Por seu turno, a novidade é a possível volta de Goiânia ao cenário da Stock. A cidade e o autódromo do Centro Oeste não recebem uma corrida da categoria desde 2001. As instalações do tradicional circuito de 3,835 km de extensão não se encontram em bom uso há muito tempo e o governo goiano, proprietário do terreno, já manifestou abertamente a intenção de se livrar da pista – tal como a prefeitura do Rio fez com Jacarepaguá – para fazer um condomínio.

A temporada de 2013 da Stock Car começa e termina, como de hábito, em Interlagos. A última prova da temporada, marcada para 15 de dezembro, será mais uma vez a Corrida do Milhão.

Eis as datas:

03/03 – Interlagos
17/03 – Curitiba
28/04 – Tarumã
19/05 – Salvador (circuito de rua)
02/06 – Brasília
16/06 – Cascavel
11/08 – Ribeirão Preto (circuito de rua)
01/09 – Brasília
15/09 – Velopark
20/10 – Curitiba
10/11 – Goiânia (a confirmar)
15/12 – Interlagos (Corrida do Milhão)