ASO oficializa a rota do Rali Dakar 2015

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RIO DE JANEIRO – No último dia 1º de abril, a Amaury Sports Organisation (ASO), responsável pelo Rali Dakar, oficializou o percurso completo para a edição do evento em 2015, marcada para passar em três países da América do Sul – Argentina, Chile e Bolívia – em formato “laço”, com partida e chegada na capital Buenos Aires.

Após o levantamento feito pelo braço direito David Castera, o diretor de percurso do evento, Etienne Lavigne, o homem-forte do Dakar, fez o comunicado lá mesmo em Buenos Aires, onde o evento terá início em 4 de janeiro.

Serão 13 etapas e 14 dias de provas, com o formato inédito adotado de dois dias diferentes de descanso. Pilotos e navegadores de carros e caminhões terão o dia 10 de janeiro de 2015 como um dia de pausa nas trilhas. Já a jornada para pilotos de motos e quadriciclos será dia 12. Tudo em Iquique, no Chile.

Vamos ao percurso oficial do Rali Dakar 2015:

Largada promocional – 3 de janeiro
Buenos Aires (Plaza de Mayo)

1º dia – 4 de janeiro
Buenos Aires-Villa Carlos Paz (Córdoba)

2º dia – 5 de janeiro
Villa Carlos Paz (Córdoba)-San Juan

3º dia – 6 de janeiro
San Juan-Chilecito

4º dia – 7 de janeiro
Chilecito-Copiapó

5º dia – 8 de janeiro
Copiapó-Antofagasta

6º dia – 9 de janeiro
Antofagasta-Iquique

7º dia – 10 de janeiro
Iquique (descanso carros/caminhões); Iquique-Uyuni (motos/quads)

8º dia – 11 de janeiro
Iquique-Uyuni (carros/caminhões); Uyuni-Iquique (motos/quads)

9º dia – 12 de janeiro
Iquique (descanso motos/quads); Uyuni-Iquique (carros/caminhões)

10º dia – 13 de janeiro
Iquique-Calama

11º dia – 14 de janeiro
Calama-Salta

12º dia – 15 de janeiro
Salta-Termas de Río Hondo

13º dia – 16 de janeiro
Termas de Río Hondo-Rosario

14º dia – 17 de janeiro
Rosario-Buenos Aires

ASO anuncia percurso do Rali Dakar 2015

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RIO DE JANEIRO – A sétima edição do Rali Dakar em território sul-americano já tem percurso conhecido. A Amaury Sports Organisation (ASO) anunciou hoje em Paris, na França, a rota da maior competição off-road do planeta. Tal como neste ano, os competidores passarão por Argentina, Bolívia e Chile – mas com substanciais mudanças em relação a 2014.

A começar que a largada volta à capital da Argentina. Buenos Aires recebe os veículos das quatro categorias em disputa – carros, motos, caminhões e quadriciclos – com a largada promocional marcada para 3 de janeiro em frente à Casa Rosada, sede do governo, na Praça de Maio. O Rali Dakar propriamente dito inicia no dia seguinte e vai até 17 de janeiro.

Desta vez, a ASO programou quatro etapas em solo boliviano – neste ano foram apenas duas especiais no país governado por Evo Morales – no que indica um maior investimento deles na passagem do Rali Dakar naquele território. Em 2015, ao contrário do que aconteceu na última edição, carros e caminhões vão fazer trechos cronometrados na Bolívia.

E como parte de uma nova rota, a organização anunciou também a separação do chamado Rest Day, o dia de descanso, em duas partes. Carros e caminhões numa ocasião (10 de janeiro), motos e quadriciclos noutra (dois dias depois). A ASO também bateu o martelo quanto à realização de etapas maratona. Haverá especiais do gênero para todas as categorias, desta vez.

Após a passagem por Iquique, os competidores sobem rumo ao norte do Chile e depois atravessam a Bolívia de volta ao território argentino. A chegada será também em Buenos Aires.

A equipe da organização, chefiada por David Castera, vai começar o trabalho de levantamento de percurso e em breve será revelada a rota definitiva do Rali Dakar 2015, que terá cerca de 9 mil km percorridos em duas semanas no território sul-americano.

Pole a 220 km/h!

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RIO DE JANEIRO – Enquanto em Interlagos a Stock Car comemora a presença de vários pilotos estrangeiros para a corrida de abertura do campeonato, com vários argentinos – e um deles, Pato Silva, fez a pole position formando dupla com o pentacampeão Cacá Bueno – a Super TC2000 faz neste fim de semana sua primeira prova de 2014 no circuito de Rafaela.

O Autódromo Ingeniero Juan R. Báscolo é o mesmo no qual a Fórmula Indy fez uma corrida em 1971 e que, inclusive, foi mais rápida que as 500 Milhas de Indianápolis daquele mesmo ano. Também pudera. O traçado é um oval com 4,624 km de extensão. Mas a Super TC2000 vai usar o circuito com 4,662 km, por conta do uso de chicanes para frear as alucinantes velocidades dos carros da categoria.

Durante os treinos livres, Néstor Girolami atingiu a impressionante máxima de 294 km/h com seu Peugeot 408. A média horária do mesmo piloto durante a segunda sessão foi de 221,859 km/h. Um bólido!

Explica-se tamanho desempenho destes carros, hoje, no automobilismo argentino. Com a mudança de conceito da categoria e a criação da Super TC2000, os carros passaram a receber desde 2011 motores V-8 oriundos da Inglaterra. Construídas pela Radical Performance Engineering, essas unidades com potência de 430 HP são, na verdade, dois motores Suzuki Hayabusa de 1.350cc, formando um motor em V com capacidade cúbica de 2.770 cc.

Entre as montadoras envolvidas no automobilismo argentino, a única a se rebelar de fato contra mudança tão profunda de regulamento foi a Ford, que parou com o investimento. As demais marcas continuam, como a Toyota, campeã ano passado com Matías Rossi.

Vinte e seis pilotos estão em Rafaela para a primeira rodada do Campeonato Argentino de Super TC2000. Agustín Canapino foi o autor da pole position na rodada decisiva de qualificação na qual participaram os dez mais rápidos. O tempo do piloto foi 1’16″024, média horária de 220,761 km/h!

Parabéns aos envolvidos!

Galeria dos campeões de 2013 – Parte IX (Argentina)

513b948ea7674_626x0Julián Santero (Werner Competición) – Fórmula Renault Argentina

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Diego Aventín –  Ford Falcon Turismo Carretera

rossiMatías Rossi (Toyota Team Argentina) – Toyota Corolla Super TC2000

2013_MMilla_TC2000_BsAsMatías Milla (Pro Racing) – Fiat Linea TC 2000

canapino-top-raceAgustín Canapino (Sportteam) – Mercedes-Benz Top Race V6

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Matías Machuca (GR Sport Team) – Renault Clio Turismo Nacional (Clase 2)

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Facundo Chapur (Vital G Racing Car) – Peugeot 308 Turismo Nacional (Clase 3)

villagra_2Federico Villagra (VRS) – Ford Fiesta Campeonato Argentino de Rally (Maxi Rally)

kova01Omar Kovacevich (Schroeder Competición) – Mitsubishi Lancer Evo IX Campeonato Argentino de Rally (Clase 3)

samir-assafSamir Assaf (Hurlingham Motorsport) – Ford Ka Campeonato Argentino de Rally (Clase 9)

diego_grion1_galeriaDiego Grión (Boaglio Competición) – Fiat Palio Campeonato Argentino de Rally (Junior)

O fim de uma era

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RIO DE JANEIRO – Neste domingo, no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, chega ao fim a trajetória de mais de duas décadas e meia do Campeonato Sul-Americano de Fórmula 3, cuja última edição foi uma das mais melancólicas de sua história.

Com gênese na Fórmula 2 Codasur, a F-3 continental estreou em 26 de abril de 1987, no Autódromo de Cascavel, com vitória do brasileiro Leonel Friedrich, que se consagraria campeão da primeira temporada. Eram tempos onde os argentinos, nossos eternos rivais, ainda davam as cartas.

A rivalidade existiu pelo menos até 1998, com o auge em 1993, quando num campeonato cheio de polêmicas – de todos os lados – Fernando Croceri ganhou de presente de seus compatriotas – Gabriel Furlán, Fabián Malta e Guillermo Kissling, dentre outros – o título que, por mérito, não seria dele e sim de Hélio Castroneves. Isso provocou a criação de uma Fórmula 3 brasileira em 1994 – e que será revivida em 2014.

Pelo menos é o que querem a Vicar e a CBA: a “nova” categoria oferece o mesmo pacote técnico – chassi Dallara F301 para a classe Light e os modelos F308/309 para a divisão principal, com custos entre R$ 195 e 450 mil.

Eu gostaria que desse certo, porque o automobilismo brasileiro está perdendo – se é que já não perdeu – sua vocação para celeiro de talentos do esporte a motor. Não somos mais o mesmo país que teve nesta Fórmula 3 continental nomes como o próprio Castroneves, Ricardo Zonta, Christian Fittipaldi, Bruno Junqueira, João Paulo de Oliveira, Oswaldo Negri, Affonso Giaffone Neto, Luiz Razia, Vítor Meira, Nelsinho Piquet, Lucas Di Grassi, Danilo Dirani e tantos outros. Sem contar Rubens Barrichello, que passou por lá, fez três corridas e venceu.

Neste ano, a categoria teve momentos tristíssimos, como a disputa de uma corrida na Argentina com apenas seis carros. Em Curitiba, na última rodada dupla, só nove pilotos participaram. Felipe Guimarães foi o campeão antecipado da divisão principal e o argentino Bruno Etman ganhou a classe Light. Se nós tivéssemos memória, o blog homenagearia com fotos todos os campeões da Fórmula 3 sul-americana desde 1987. Mas como isso será impossível, vamos registrar cada um dos vitoriosos.

Todos os campeões da F-3 Sul-Americana:

1987
Leonel Friedrich (Brasil)
INI Competición – Berta Volkswagen

1988
Juan Carlo Giacchino (Argentina)
Equipe Sommi-Zanon – Dallara Alfa Romeo

1989
Nestor Gabriel Furlán (Argentina)
Equipe Sommi-Zanon – Dallara Alfa Romeo

1990
Christian Fittipaldi (Brasil)
Fittipaldi Racing – Reynard Alfa Romeo

1991
Affonso Giaffone Neto (Brasil)
INI Competición – Ralt Volkswagen

1992
Marcos Gueiros (Brasil)
Cesário Fórmula – Ralt Mugen Honda

Suzane Carvalho (Brasil) *
Rullo Competición – Reynard Volkswagen

1993
Fernando Croceri (Argentina)
Cesário Fórmula – Ralt Mugen Honda

Milton Sperafico (Brasil) *
Sperafico Competições – Reynard Volkswagen

1994
Nestor Gabriel Furlán (Argentina)
GF Motorsport – Dallara Fiat

1995
Ricardo Zonta (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

Emiliano Spataro (Argentina) *
GF Motorsport – Dallara Fiat

1996
Nestor Gabriel Furlán (Argentina)
GF Motorsport – Dallara Fiat

Anibal Zaniratto (Argentina) *
RC Motorsport – Dallara Fiat

1997
Bruno Junqueira (Brasil)
PropCar Racing – Dallara Opel

Diego Chiozzi (Argentina) *
GF Motorsport – Dallara Fiat

1998
Nestor Gabriel Furlán (Argentina)
GF Motorsport – Dallara Mitsubishi HKS

Ramón Ibarra (Chile) *
Werner Competición – Dallara Fiat

1999
Hoover Orsi (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

João Paulo de Oliveira (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

2000
Vítor Meira (Brasil)
Amir Nasr Racing – Dallara Mugen Honda

Martin Cánepa (Uruguai) *
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

2001
Juliano Moro (Brasil)
Amir Nasr Racing – Dallara Mugen Honda

Daniel Scandian (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

2002
Nelsinho Piquet (Brasil)
Piquet Sports – Dallara Mugen Honda

Duda Azevedo (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

2003
Danilo Dirani (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

Rodrigo Ribeiro (Brasil) *
Dragão Motorsport – Dallara Mugen Honda

2004
Xandinho Negrão (Brasil)
Piquet Sports – Dallara Mugen Honda/Dallara Berta

Marcos Guerra (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Mugen Honda

2005
Alberto Valério (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

Paulo Meyer (Brasil) *
Casagrande Racing – Dallara Mugen Honda

2006
Luiz Razia (Brasil)
Razia Sports – Dallara Berta

Caio Costa (Brasil) *
PropCar Racing – Dallara Opel

2007
Clemente de Faria Jr. (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

2008
Nelson Merlo Neto (Brasil)
Bassani Racing – Dallara Berta

2009
Leonardo Cordeiro (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

Henrique Martins (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Berta

2010
Bruno Andrade (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

Fernando “Kid” Rezende (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Berta

2011
Fabiano Machado (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

Bruno Bonifácio (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Berta

2012
Fernando “Kid” Rezende (Brasil)
Cesário Fórmula – Dallara Berta

Higor Hoffman (Brasil) *
Cesário Fórmula – Dallara Berta

2013
Felipe Guimarães (Brasil)
Hitech Racing – Dallara Berta

Bruno Etman (Argentina) *
Cesário Fórmula – Dallara Berta

ASO divulga a lista de inscritos para o Dakar 2014

RIO DE JANEIRO – O maior evento off-road do planeta ainda é o Rali Dakar, mesmo que em terras sul-americanas. Entre os dias 5 e 18 de janeiro, carros, motos, caminhões e quadriciclos vão disputar 12 etapas especiais, passando por três países diferentes: Argentina, Bolívia e Chile. A largada será em Rosario, onde nasceram o craque da bola Lionel Messi e o Papa Francisco e o encerramento da competição em Valparaíso, terra natal do poeta Pablo Neruda.

Nesta quarta-feira, a Amaury Sports Organisation (ASO) divulgou a primeira lista oficial de pilotos inscritos para a 35ª edição do evento, a sexta após o cancelamento do Dakar em 2008 por interferência das ameaças terroristas da Al-Qaeda, o que trouxe a competição para nosso continente.

Constam entre os participantes 176 motocicletas, 41 quadriciclos, 151 carros e 71 caminhões. Na ponta do lápis, são 439 veículos que vão ser submetidos à apreciação técnica e depois aprovados – ou não – para disputar a prova.

A participação brasileira é uma das menores no Rally Dakar em muito tempo. Teremos representantes somente nas motocicletas e nos carros. Em duas rodas, serão três pilotos apenas: Jean Azevedo, com uma Honda inscrita no numeral #29; Ike Klaumann, também de Honda, numeral #35 e Dario Júlio de Souza, noutra Honda, número #37. Nos carros, Guilherme Spinelli/Youssef Haddad retornam para mais uma participação com o Mitsubishi ASM número #310 e ainda há Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin no Mitsubishi #336. E só.

Entre os pilotos principais, várias novidades: nas motos, o antipático francês Cyril Després tentará conquistar mais um título no evento, agora como piloto oficial da Yamaha, que alinha ainda Olivier Pain e Frans Verhoeven no pelotão de elite. Afastado ano passado por uma contusão, Marc Coma deverá voltar para combater seu eterno rival a bordo da KTM do time oficial de fábrica. Com a morte de Kurt Caselli na semana passada, David Casteu ganha uma chance com a marca austríaca. Outros pilotos de peso com motos do construtor multicampeão da prova são o chileno “Chaleco” López, o português Rubem Faria e o norueguês Pal Anders Ullevalseter. O surpreendente eslovaco Ivan Jakes também vai de KTM na edição do próximo ano.

Joan Barreda Bort deixa a Husqvarna e vai liderar o ataque da Honda contra Yamaha e KTM. O espanhol é uma das novidades do construtor japonês para 2014, alinhando ao lado dos portugueses Hélder Rodrigues e Paulo Gonçalves. O argentino Javier Pizzolito também terá apoio oficial de fábrica.

Correrão por fora a francesa Sherco, que terá o francês Alain Duclos e o espanhol Juan Pedrero Garcia e a Speedbrain, que alinhará máquinas para Alessandro Botturi, Paolo Ceci, Jeremías Israel Esquerre e Juan Carlos Salvatierra, este representando a Bolívia. O restante é composto de marcas sem grande expressão e pilotos sem vínculo com esquemas oficiais.

Nos carros, após os azares a bordo de um Buggy Protótipo em 2013 e a péssima experiência com um Hummer no ano passado, Nasser Saleh Al-Attiyah conseguiu fechar um contrato com a equipe de Sven Quandt, a X-Raid. Normalmente favorita por conta da presença do multicampeão e mito Stéphane Peterhansel, a equipe ganha ainda mais peso com o campeão de 2011 a bordo. Os carros principais do time serão de Peterhansel, Al-Attiyah, Nani Roma e do polonês Krzysztof Holowczyc. Outros Mini Countrymen serão entregues a Orly Terranova, Boris Garafulic, ao russo Vladimir Vasyliev e ao chinês Yong Zhou.

Entre os outros competidores de renome, o “gnomo” Giniel de Villiers retorna com apoio oficial da Toyota; Carlos Sainz participará de novo com um Buggy Protótipo e Robby “The Flash” Gordon traz de novo seu monstrengo Hummer com motor Corvette para barbarizar nas dunas e trilhas do Dakar. O português Carlos Sousa terá mais uma vez a missão de pilotar o modelo Haval da chinesa Great Wall.

Nos quadriciclos, a difícil missão dos pilotos de fora da América do Sul é repetir o feito de Josef Machacek, o primeiro campeão do Dakar por aqui. Depois do feito do tcheco em 2009, só deu a família Patronelli, com os irmãos Marcos e Alejandro ganhando duas vezes cada um. Desta vez, apenas Marcos aparece para defender seu título. Os rivais são praticamente os mesmos de 2013: os chilenos Ignácio Casale e Sebastián Palma, o argentino Lucas Bonetto, o polonês Rafal “Super” Sonik, o holandês Sebastian Husseini e o uruguaio Sergio Lafuente.

Entre os “brutamontes” das estradas, deveremos ter uma interessante briga de construtores, especialmente dos russos Kamaz contra os modelos italianos da Iveco, os tchecos da Tatra, os alemães da MAN e os holandeses da Ginaf. Eduard Nikolaev aparecerá para defender seu título e o campeão de 2012 Gérard de Rooy aparece como a grande ameaça. O time Kamaz terá ainda Ayrat Mardeev e Andrey Karginov a bordo dos principais caminhões da marca.

Dois tchecos – Martin Kolomy e Ales Loprais – querem chegar a Valparaíso com o título de campeão na categoria. O modelo de Loprais foi todo reconstruído e ganhou um simpático apelido – Queen 69. Correndo por fora vêm o holandês Peter Versluis, que será o principal representante da MAN no Dakar e seus compatriotas – Marcel Van Vliet, Wuf Van Ginkel e Hans Stacey.

Clique nos links abaixo para conferir a relação completa de inscritos:

Rally Dakar 2014 – inscritos motos

Rally Dakar 2014 – inscritos quadriciclos

Rally Dakar 2014 – inscritos carros

Rally Dakar 2014 – inscritos caminhões

Sem Monza, mas com Paul Ricard e Spa, WTCC mantém 12 rodadas em 2014

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RIO DE JANEIRO – A KSO, empresa italiana que organiza o Mundial de Carros de Turismo (WTCC) anunciou nesta terça-feira o calendário de 12 rodadas para a temporada de 2014. Ao contrário do que aconteceu nos dois últimos anos, o campeonato não começa em Monza, na Itália. O país escolhido para a abertura dos trabalhos é o Marrocos, com o circuito de rua de Marrakech. Aliás, a Itália sai do calendário do Mundial, assim como Portugal, que perde a corrida na Boavista, na região do Porto.

Em contrapartida, o calendário tem duas ótimas aquisições: o circuito francês de Paul Ricard, muito em conta da entrada da Citroën, que investe pesado para o próximo ano e tendo ninguém menos que o atual campeão Yvan Muller e o mito Sébastien Loeb em suas fileiras; e também a pista belga de Spa-Francorchamps, que volta ao WTCC após nove anos.

A única visita do campeonato ao continente sul-americano será de novo em território argentino, na pista de Termas de Río Hondo. O campeonato, marcado para começar em 6 de abril, termina dia 16 de novembro – como sempre – no circuito da Guia, em Macau.

Eis as datas:

06/04 – Marrocos (Marrakech)
20/04 – França (Paul Ricard)
04/05 – Hungria (Budapeste)
11/05 – Eslováquia (Slovakia Ring)
25/05 – Áustria (Salzburgring)
08/06 – Rússia (Moscou Raceway)
22/06 – Bélgica (Spa-Francorchamps)
03/08 – Argentina (Termas de Río Hondo)
14/09 – EUA (Sonoma)
12/10 – China (Xangai)
26/10 – Japão (Suzuka)
16/11 – Macau (Macau)

Foto: largada de uma das baterias do WTCC na Eslováquia, no circuito Slovakia Ring, em Orechová Potôň. O país é um dos doze que figura no calendário divulgado pela KSO para 2014 (divulgação)