E lá vamos nós…

RIO DE JANEIRO – Muito bem: é hora da bandeira quadriculada para o A Mil Por Hora.

Não… o blog NÃO encerrou sua trajetória. Muito pelo contrário: estamos iniciando, a partir de hoje, 9 de maio, uma nova fase.

O blog passa a fazer parte do leque de opções do Grande Prêmio, para o qual já escrevo colunas desde março. Será um prazer e uma honra fazer parte também com o blog do timaço comandado pelo Flavinho Gomes e pelo Victor Martins.

Conto com a valiosa audiência de todos vocês para alavancar ainda mais um espaço que, em menos de dois anos, somou 1,7 milhão de pageviews, sem estar vinculado a nenhum portal. A força de vocês foi fundamental para essa marca expressiva. E isso não tem preço.

Então, convido todos vocês a acessar o novo A Mil Por Hora, clicando neste link. O conteúdo que aqui estava, foi migrado para lá, na íntegra. Aos poucos, vamos afinando pequenos detalhes que ainda não foram corrigidos. Mas é questão de tempo.

Obrigado a todos, mais uma vez!

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Oitava coluna

RIO DE JANEIRO – Mais uma coluna Parabólica sai do forno para os leitores do Grande Prêmio. O mote, claro, é a tragédia de Imola e os 20 anos da perda não só de Ayrton Senna e Roland Ratzenberger, traçando um paralelo com o ano de 1982, em que a Fórmula 1 também presenciou a morte de dois pilotos.

Tão ídolo quanto Ayrton Senna, Gilles Villeneuve se foi. E tão anônimo quanto Roland Ratzenberger, Riccardo Paletti, assim como o austríaco, caiu na vala comum do esquecimento.

O link para a coluna está aqui. Boa leitura!

Ratz

1994 Brazilian Grand Prix.

RIO DE JANEIRO – Ele foi um dos protagonistas do trágico fim de semana do GP de San Marino de 1994. Mas um protagonista que, ao longo de 20 anos, desempenhou um papel de segundo plano, face o fato de que, no dia seguinte à sua morte, faleceu ninguém menos que Ayrton Senna.

O austríaco Roland Ratzenberger, que perdeu a vida no treino de classificação daquela corrida, no dia 30 de abril, um sábado, nunca teve o reconhecimento merecido. Talvez porque sua carreira não fosse tão profícua quanto a do tricampeão do mundo. Muito provavelmente porque não passava de um novato de 33 anos pagando US$ 500 mil por uma vaga numa equipe tão estreante quanto ele, a Simtek.

O amigo Pedro Migão, dono do ótimo Ouro de Tolo, me pediu um texto sobre o piloto. Escrevi o artigo, publicado aqui. A ideia é alertar que, a cada ano que passa, mais exaltamos Senna e mais esquecemos de Ratzenberger  – o que faz muito sentido.

Mas, nesse ano, as lembranças do austríaco estão mais vivas do que nunca.

A galera do Grande Prêmio, com a revista eletrônica Warm Up, fez um material sensacional sobre o fim de semana fatídico de San Marino e o relato do pai de Roland, Rudolf Ratzenberger, é das coisas mais espetaculares que já vi. Recomendo vivamente.

Boa leitura.

Sétima coluna

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RIO DE JANEIRO – Fim de semana de folga para quem, como eu, trabalha com esporte e jornalismo é artigo de luxo. Como o blogueiro é filho de Deus e merece um descanso, o blog ficou um pouco abandonado neste domingo. Mas não há como não deixar de citar que neste dia entrou no ar mais uma Coluna Parabólica, no site Grande Prêmio.

O assunto da vez é, como não podia deixar de ser, a perda precoce do narrador Luciano do Valle, um dos maiores comunicadores esportivos da história da televisão brasileira, ocorrida no último sábado. O “Bolacha” se foi num ano de Copa do Mundo e será uma das raras oportunidades em que não o teremos como a voz da Fórmula Indy e em especial das 500 Milhas de Indianápolis,  na telinha.

O link para a coluna em homenagem ao Luciano está aqui.

WRC no Brasil em 2015? Quem sabe…

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RIO DE JANEIRO – Informa o FlatOut, parceiro dos confrades do site Grande Prêmio que o Brasil trabalha para voltar ao WRC em 2015. O objetivo é fazer do Rali Internacional de Erechim, hoje válido pelos campeonatos Sul-Americano, Gaúcho e Brasileiro, a prova que marcaria o retorno do país ao calendário da competição após mais de 30 anos ausente.

O Rali de Erechim é sucesso absoluto de público. Noventa mil pessoas acompanharam a prova do ano passado e tudo indica que estes números se repetirão na 17ª edição do evento, que acontece no fim de maio e início de junho.

A boa notícia: os promotores do WRC e os delegados da FIA vêm acompanhar a prova para avaliar as condições de organização e da cidade, para sediar uma etapa do Mundial. O Brasil já está, desde o ano passado, na mira para voltar ao calendário. A China também faz parte dos planos.

Vamos aguardar, com expectativa e esperançosos. O problema é que os organizadores do Rali de Erechim foram buscar apoio no Ministério dos Esportes, o mesmo que nunca aproveitou o potencial do automobilismo como gerador de divisas e turismo para o país – uma vez que jamais tentamos pleitear a participação no Rali Dakar, tudo isso com a prova acontecendo agora em território sul-americano. Se o ministro Aldo Rebelo não for refratário ao investimento, poderemos comemorar o tão aguardado retorno do WRC ao Brasil.

Sexta coluna

RIO DE JANEIRO – Numa época de evidente crise técnica e de identidade do automobilismo brasileiro, quando uma categoria parece renascer das cinzas e começa a briga de egos e as picuinhas, num ano de sobrevivência, dá muito o que pensar, não é mesmo? Pois é o que parece acontecer com a Fórmula 3 Brasil, renascida dos escombros do que restou do certame sul-americano, extinto após 26 anos – dos quais os últimos quatro ou cinco em grande crise de entressafra de pilotos.

O sucesso de Pedro Piquet, que domina a categoria na classe A com o carro da Cesário, merece uma reflexão sobre o que pode acontecer com a categoria daqui para diante no resto do ano. É por isso que convido os leitores do blog a clicarem aqui e conferir o que eu penso dessa situação na coluna Parabólica, que assino todos os domingos no site Grande Prêmio.

Boa leitura.

Quinta coluna

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RIO DE JANEIRO – Domingo é dia de Coluna Parabólica no site Grande Prêmio. Como na semana que vem começam, numa só tacada, o Europeu e o Mundial de Endurance, o assunto desta vez é a volta de duas marcas francesas, ícones do automobilismo: a Alpine, campeã da LMP2 no Europeu ano passado e a Ligier, que regressa através da OAK Racing.

É um sinal de que o automobilismo da Terra da Bastilha volta a reencontrar um caminho, após uma entressafra longa de bons pilotos na Fórmula 1 e do fim do programa de Endurance da Peugeot e da equipe do lendário Henri Pescarolo.

O link para a coluna está aqui. Boa leitura a todos. Aguardo os comentários de vocês.